Crise da meia idade

Todos passamos por diversas crises ao longo da vida. As mudanças de ciclo não acontecem impunemente. Até mesmo as crianças passam pelas suas crises conforme amadurecem. Entretanto, se por um lado não temos como fugir das crises, por outro aprendemos e evoluímos com elas. Os problemas se repetem em idades diferentes e proporções diferentes. Aos 40 e 50, a proporção é muito maior, daí a preocupação com a crise da meia-idade. Neste post, o nosso foco será a crise da meia-idade, também conhecida como o outono da vida. Apesar do nome dar arrepios em muita gente, é apenas mais um desafio em meio a tantos pelos quais já passamos a essa altura da vida.
 
 
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A meia-idade

 

  • Em pesquisa realizada pela Universidade de Kent, na Grã-Bretanha, a juventude termina aos 35 e a terceira idade começa aos 58 anos. Conforme os autores do estudo, os 23 anos entre as duas etapas da vida equivalem ao que os especialistas chamam de meia-idade.
  • A antroposofia prega que o desenvolvimento do ser humano se dá em setênios, quando se dariam as passagens de ciclos, neste caso, a meia-idade se daria entre o 7o. e 8o. setênios, dos 42 aos 56 anos.
  • Crise de meia-idade é um termo criado em 1965 por Elliott Jaques usado para descrever uma forma de insegurança sofrida por alguns indivíduos que estão passando pela “meia-idade”, no qual percebem que o período de sua juventude está acabando e a idade avançada se aproxima.
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    A crise

     

  • A crise da meia-idade pode ser desencadeada por vários fatores relacionados a essa época da vida, como a morte de parentes, casos extraconjugais, andropausa, menopausa, sensação de envelhecimento, insatisfação com a carreira profissional e saída dos filhos de casa.
  • Os sintomas variam, mas é comum sentir-se perdido e ansioso diante das dúvidas e questionamentos inerentes aos momentos de mudança. Compreender essa fase e aceitá-la, pode ser a chave para evitar crises mais intensas adiante, ao rever valores, repensar atitudes e definir caminhos futuros.
  • Para os especialistas, a meia-idade é uma passagem decisiva. É o momento de avaliar erros e acertos, conquistas e perdas, e planejar em como será a outra metade da vida. A sensação de que faltou autorrealização e a vontade de mudar de rumo é recorrente. Apesar da vontade de assumir mudanças, algumas conquistas como família, filhos e carreira dificultam a decisão.
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    As causas

     

  • Após as décadas voltadas a aspectos financeiros e conquistas, como carreira, família, filhos e bens materiais, os 40 anos chegam exigindo um balanço. Talvez seja a última chance de reinventar a carreira e dar uma guinada nos relacionamentos. É hora de se apropriar da existência e validar suas escolhas.
  • Principalmente para as mulheres, as questões profissionais são apenas um dos itens que alimentam as crises. A menopausa e sua transformação hormonal também é um outro grande fator, mas não é só isso. A partir dos 40, a mulher lida com uma série de questionamentos, como a mudança do tipo de beleza e o fim da fertilidade se aproximando.
  • Para os homens, existe menos pressão por uma estética eternamente jovem e a oscilação hormonal, mas isso não os livra de inquietações, Eles se voltaram para a dimensão interior, questionando os aspectos profissionais, familiares e conjugais.
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    A superação

     

  • Projetos – Finalmente com os filhos criados e a família estabilizada, é hora de pensar em você. Volte aos seus sonhos e projetos deixados para trás e coloque-os em prática. Reserva financeira, preparo para a nova fase e apoio da família são indispensáveis. Nessa fase, a prioridade é a satisfação pessoal. Toda a experiência do passado pode ser aplicada numa atividade produtiva e gratificante
  • Investimentos – Um estilo de vida mais leve e saudável trará recompensas. Comece com atividades físicas divertidas, cultive as amizades, descubra hobbies prazerosos e mantenha uma alimentação saudável. Não se esqueça, a partir de agora a autonomia ganha um valor enorme. É deste investimento que você viverá as próximas décadas com qualidade.
  • Relacionamentos – Sentir-se livre e buscar transformações não exige o fim de um antigo relacionamento. Revitalize-o. É importante se abrir para novas relações e fortalecer as antigas. Hobbies ou uma nova atividade produtiva ajudam a criar uma nova rede social. Agora a prioridade é sua.
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    A antroposofia

     

  • O 7o. setênio (42 a 49 anos) traz a percepção de que, como está, não dá para ficar ou continuar, e que a vida dá sinais de grande mudanças, as pessoas sentem algo de novo em si.
  • A desvitalização do corpo físico gera medos reais do envelhecimento e da morte. As mulheres, próximas da menopausa, percebem que o corpo não é mais rijo como antes, que o rosto fica enrugado de um jeito difícil de dissimular. Os homens sentem que as pernas afinaram, que a barriga cresceu. A preocupação com a perda da beleza física e da sexualidade existe, podemos cuidar de manter o corpo bonito e sadio porque é ele o instrumento espiritual na Terra, mas os artifícios para a manutenção física não deveriam impedir ou tomar o lugar da beleza interior.
  • As mudanças que a vida pede, geram muitas inseguranças que impedem o indivíduo de abrir mão do que é velho, como valores, preconceitos, papéis, e ir de encontro ao renascimento que o espera.
    É com muita dificuldade e sofrimento que esta etapa é transposta para conseguirmos vislumbrar os frutos que possuímos para doar. A resistência a mudanças impede o indivíduo de desenvolver talentos que ficaram para traz, tesouros que ficaram escondidos, e reativá-los.
  • No 8o. setênio, a entrada nos 50 anos equivale à época mediana do desenvolvimento do espírito, e por isso mesmo, para aquele que vive espiritualmente, a mais tranquila e produtiva da vida. Os valores pessoais deveriam agora dar lugar a valores mais humanitários, e a preocupação se concentrar na família universal e não apenas na individual.
  • Fonte:www.antroposofy.com.br
     
     

     

  • Leia Momento de Reflexão.
  • Não devemos nos fechar em nossos problemas e sim buscar luz para resolvê-los.
  • Abrir a mente e o coração é o caminho.
  • Desapegar do conhecido e do preestabelecido, aventurando-se pelo novo é uma ótima saída.
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